Baseada num acontecimento que ocorreu logo no início do retiro espiritual (o qual conforme já comentei, tive o privilégio de participar neste final de semana), pretendo exemplificar como este pensamento acima é real.
O seminário ocorreu no hotel Pestana (Curitiba).
Na sala em que fiquei, ligaram o ar condicionado bastante forte, obviamente para resfriá-la.
Eu sentei como sempre na primeira fila, nas cadeiras do meio.
Gosto de estar o mais próximo possível dos professores.
Sim, eu sou aquela que olha pra trás e faz "Psssssss" para ficarem quietos quando existem pessoas conversando, cochichando ou falando ao celular, isso geralmente me atrapalha.
Não percebi que havia sentado bem na direção do ar condicionado e com o passar do tempo, estava com muito frio. O mais interessante é que estava ouvindo uma palestra sobre o desapego. Ou seja, sobre não "pré ocupar" a mente com preocupações desnecessárias.
Pensei: vou imaginar o foco de uma luz divina cobrindo todas as partes do meu corpo, como uma onda de calor que irá me aquecer. Realmente fiz isso e me ajudou muito. Não sei dizer se foi um fator psicológico ou não, mas consegui aliviar o desconforto.
Porém, de vez em quando o frio voltava e eu dispersava, então analisei: o que mais posso fazer para eliminar este incômodo?
Terminei de escrever o bilhete e lembrei: eu sempre fui conhecida na minha família como uma pessoa "friorenta", que tal se o ar está agradável para os demais? Se assim for, estarei realizando um desejo egoístico. Então decidi perguntar aos meus colegas ao lado, eles me confirmaram que estavam bem.
Estava feliz por estar ali e não pensei mais no frio.
O tempo daquela palestra voou e decidi sair da sala um minuto antes dela terminar, algo quase impensável para mim, mas uma "voz" me disse para sair um pouco mais cedo e eu obedeci a minha intuição.
Quando saí, decidi tomar uma xícara de café e este ficava quase em frente à livraria que havia sido montada pela organização do curso.
Você não é a Marcia que esqueceu uma jaqueta preta no seminário de carnaval? Eu respondi: Sim! Pois naquele momento lembrei que havia sido lá que a usei pela última vez. Ela me disse: sua jaqueta está aqui, pediram para eu entregá-la à você, aqui está!
Haviam muitas pessoas no seminário de carnaval, a maioria de fora de Curitiba. Eu não havia comentando com ninguém sobre esta jaqueta, eu nem tinha percebido que havia "perdido".
2) Peça uma solução à Deus, ao universo, à esta força que é amor e sabedoria universal.
3) Depois entregue, solte, desapegue, esqueça, foque no agora, confie, haja naturalmente, mude o foco...
4) Deixe que a solução venha dEle, pois será mais rápida e melhor do que seu cérebro pode idealizar.
5) Quando surgir uma intuição, aja!
6) Receba a solução!
7) Agradeça...
8) E confie que acontecerá novamente sempre que você precisar.
Imagine o quanto Deus quer ajudar você, nos pequenos, médios e grandes desafios... Aceite a solução e ela virá.
"Reprograme" sua mente para aprender a fazer esta entrega de se deixar guiar pois quando conseguimos, tudo é possível.
"Não há nada que você não possa, ser, ter ou fazer..." Creia!
Abraham Hicks


















Perfeito! Amei tudo isso ai!
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