16.9.11

154: Paz de espírito

"A paz que procuramos está sempre (e apenas) dentro de nós."
Olá
Hoje acordei muito feliz pois antes de dormir me dediquei a aplicar mais seriamente a técnica do hooponopono. Fiz a respiração, porém mais do que isso, me dediquei a sentir a sensação de querer "curar" a parte em mim que havia criado um desentendimento com uma pessoa próxima. Uma vez que o livro prega que nada acontece lá fora sem que a origem exista dentro de mim, preciso curar a mim mesma para que esta situação não se manifeste mais. Tentei fazer sem apego, vamos ver se consigo. A ideia é curar porque aquilo me faz mal, mandar a sensação negativa, não esperando resultados aparentes, pois a expectativa é algo do ego, da razão que quer controlar os resultados e isso não nos traz paz de espírito.


A seguir mais um texto que gostei:

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=3545


Sentiu tristeza?

- Agradeça a tua vida. Se você deseja realmente ser feliz, agradeça a todas as coisas boas que possui neste momento. Se você é saudável, agradeça, pois, agradecendo, coisas boas surgirão cada vez mais. Observe que tendemos a reparar só nas coisas que a gente não têm e esquecemos de agradecer o que temos. Lembre-se: Quanto mais você se queixar, reclamar e até mesmo amaldiçoar o que não tem, mais a sua vida se torna um mar de insatisfação e você acaba se tornando uma pessoa amarga. Portanto, não amaldiçoe a sua vida.





Sentiu irritação? 

- Meia hora de silêncio. Deixe a irritação vir. De olhos fechados, preste atenção no seu corpo. Sinta, não analise, não controle. Se tiver vontade de chorar, gritar, faça! Fique com você, com suas sensações físicas, observe, fique apenas observando as suas reações corporais.
Deixe que seus sentimentos e reações de seu corpo se manifestem. Preste atenção em seu corpo. Se vier sensação de enjôo, deixe vir e só observe, não queira controlar, solte o seu corpo. Quando você só observa e deixa os seus sentimentos e sensações físicas se manifestarem, normalmente essas sensações desagradáveis se transformam em sensações agradáveis.
Se você se entregar a este exercício, não querendo controlar a sua mente e o seu corpo, a sua energia vital irá fluir de forma mais livre.





Critica destrutiva aos outros? 

- Dê uma olhada para você. O que mais você cobra dos outros, é o que menos faz consigo mesmo. As pessoas são o nosso espelho. Elas refletem os defeitos - que a gente não quer perceber - que existem em nós. Você cobra, por exemplo, que o seu marido não lhe dá carinho, atenção. Vai aqui uma pergunta: Será que você está se dando carinho? Você se dá colo? Ou você é seca, muito dura consigo mesma? Se você for realmente honesta com você, vai refletir a esse respeito.
Faça um exame do que você é, de como vem se tratando. Reflita sobre como você se relaciona com os outros. Se você é daquelas pessoas que querem controlar os outros, a vida (porque é insegura), acaba ficando rígida, se desvitalizando e, conseqüentemente, perde o ânimo pela vida. Vida é movimento, dinamismo, mudanças.
Como toda pessoa insegura, você odeia surpresa e os imprevistos. E, com isso, passa a não viver a vida. Acaba se tornando uma pessoa formal, não se descontrai, não deixa que a vida a leve. Você quer levar a vida, controlá-la, quer que as coisas aconteçam do seu jeito. Enfim, quer domá-la. Lembre-se: a vida não se curva, não se submete a ninguém. Talvez você não tenha percebido que é você quem tem que se curvar a ela e reverenciá-la.
Mas para isso, você precisa exercitar a humildade.



"Eu sou a paz que tanto busco, sendo assim, me amo e me aceito como sou, pois minha aparente imperfeição não é meu aspecto real; minha natureza real é perfeita, divina, imortal, sagrada, eterna e pura! Eu sou Deus!

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"Toda reforma foi em algum tempo uma simples opinião particular." (Ralph Waldo Emerson)