19.9.11

157: O nevoeiro e Esta é a minha história


Fé, amor e esperança...


Olá!
Hoje novamente uma bela mensagem encheu meu coração de fé. Então prefiro que as minhas palavras não sejam a protagonista desta publicação. Espero que aqueçam o seu coração e te incentivem, sempre:



O nevoeiro da incredulidade



A primeira mulher a atravessar a nado o Canal da Mancha foi uma jovem de vinte anos de idade. Seu nome era Gertrude Ederle e esse fato se deu no dia 6 de agosto de 1926.


Depois dela, uma outra mulher, de trinta e quatro anos, Florence Chadwick, tornou-se a primeira mulher a atravessar o Canal da Mancha, nos dois sentidos.


Mas, em 1952, essa mesma mulher decidiu atravessar a nado os 33 km entre a Ilha de Catalina e Long Beach, na Califórnia.


O dia 4 de julho, escolhido para a proeza, não estava propício. A manhã estava muito fria e havia um nevoeiro intenso.


Ela se preparou e mergulhou na água. Contudo, mal conseguia ver os barcos que a acompanhavam. O nevoeiro era denso.


O frio e o cansaço não conseguiam fazê-la desistir. Ela podia ouvir as vozes de incentivo do treinador.


Contudo, as forças a foram abandonando. Ela continuou nadando. Era a sua determinação a lhe ordenar que prosseguisse.


Mas, um pouco antes de chegar à praia, ela pediu para ser recolhida a bordo. De nada valeram as rogativas de sua mãe e de seu treinador.


Não posso mais! Não agüento mais! Dizia ela.


Minutos depois ela descobriu que restavam apenas oitocentos metros para chegar à praia.


Ante a desolação dos que lhe seguiam os esforços de perto, incentivando-a, falou: "não estou dando desculpas, mas se eu tivesse conseguido ver a praia, poderia ter chegado até lá."


Florence Chadwinck foi vencida não pelo frio, nem pelo cansaço. Foi derrotada pelo nevoeiro.


Com os homens, ocorre de forma semelhante. O nevoeiro da incredulidade interfere em muitos caminhos.


Quando o incrédulo se vê a braços com dores profundas, permite-se a desesperança.


Quando a morte lhe vem arrebatar um ser querido, para o conduzir ao reino dos espíritos, ele se desespera. Desiste de viver.


Acredita-se sem forças e não consegue vislumbrar uma réstia de esperança. Tudo lhe parece envolto em brumas.


Por não crer que a vida prossegue para além da área física, mais se desalenta.


Se as dificuldades financeiras se avolumam, o emprego corre riscos e o chefe se mostra irritadiço, ele se angustia.


Tudo lhe parece intransponível, uma carga excessivamente pesada.


Em tal clima, alguns chegam à depressão e até ao suicídio.


E, no entanto, a anotação Evangélica estabelece que tudo é possível àquele que crê.


***


A fé clareia as noites mais sombrias. Nas paisagens do inverno rigoroso é ela que nos permite antever a primavera, cobrindo de flores os jardins.


Por isso, se o nevoeiro da incredulidade estiver a insistir na paisagem dos seus dias, busque estudar e meditar acerca daquilo que hoje você afirma não crer. Permita-se iluminar pelo sol que dissipa as nuvens e espanca as trevas. O sol chamado reflexão.


Autor:
Equipe de redação do Momento Espírita, com base no jornal Viva Feliz - pág. 6 - Determinado a Vencer e no livro Dicionário da Alma - verbete fé.


E para finalizar, gostaria MUITO que você acessasse este link e fizesse esta "brincadeira". Confesso que me emocionei, pois é uma grande forma de visualizarmos algo maravilhoso em nosso futuro. Não é vírus, nem besteira. Clique no link abaixo, coloque a sua imagem e veja que ideia genial e inspiradora:

http://www.this-is-my-story.com/

E que esta seja a nossa história!!!
Fique com Deus e até amanhã.



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"Toda reforma foi em algum tempo uma simples opinião particular." (Ralph Waldo Emerson)