31.7.11

112: Consigo viver no AGORA?


Olá!
Olha eu aqui, mais uma vez. Não acredito que está é a 112ª publicação. Dei uma olhada geral em todas as publicações e algumas eu amei rever, outras não. Mesmo assim, foi interessante fazer uma breve recapitulação. Percebi que talvez eu seja uma eterna perfeccionista e terei que aprender a me aceitar assim. Minha busca por uma vida com mais sentido também passa pela minha autoconfiança. Há apenas uma pergunta ainda não respondida: afinal, a quem estou querendo impressionar?



Apesar disso tive um dia bem agradável. Trabalhei um pouco, vi TV, pensei na vida, tentei perdoar alguém, almocei comida árabe, fiz orações, chorei vendo um lindo filme, comi chocolate, tomei um banho delicioso e bem quentinho neste dia frio e chuvoso, tive uma conversa maravilhosa com a minha mãezinha, fiz mais uma mega "faxina" em meus emails e arquivos de imagens, entre outras coisas. Mas tive que pensar na semana que se inicia, várias coisas a fazer, decisões importantes referentes ao trabalho e outros.



Pensei, pensei, pensei e...E mandei uma ordem para mim e para todo o universo, com muita força e sentimento - Marcia: RELAXE!
Tudo está bem! Esta semana será maravilhosa! Deus está me guiando a cada passo, então posso confiar e me entregar com a mente dócil de uma criança. E é exatamente isso que farei, viverei no agora, deixarei esta maravilhosa Fonte de Sabedoria e Amor realizar milagres na minha vida. Eu me entrego, apenas isso...


“O recomeço mais pleno e importante é aquele que nos permite reconhecer que a vida é infinita em possibilidades, e que nossas ações são o fundamento de tudo o que precisamos para atingir aquela pequena parcela de paz e contentamento que todas as criaturas procuram, mas que poucas conseguem experimentar…”
(Tam Huyen Van)

Vou testar mais uma vez a fórmula do VIVER no AGORA, proposta por Eckart Tolle. Já comentei sobre este tema na 2ª publicação. Conscientemente eu já conheço a ideia, fazer as pazes com o passado e esquecer dele, confiar no futuro e não temê-lo. Estar PRESENTE em corpo e mente! Parece tão fácil, mas não é tão simples assim. Ou será que pode ser e só preciso rever meus conceitos? De qualquer maneira, esta é a minha proposta para este mês novinho em folha que se inicia amanhã, minha intenção é viver mais no agora e deixar que as coisas fluam naturalmente. 

O futuro é AGORA!

Quem sabe se eu fosse um monge budista conseguiria transcender todas as preocupações e apenas SER. Porém, talvez meu espírito seja realmente mais esperto do que eu imagino e já tenha consciência de minha capacidade para conseguir realizar qualquer coisa, então não importa a situação, conseguirei liberar a ansiedade e deixar o momento presente se manifestar com todos os seus encantos.
Achei um texto que me inspirou, vou colocá-lo abaixo:

O Poder do Agora – Eckhart Tolle e o princípio do despertar


por Tiago Mesquita

Em um mundo onde as pessoas se revezam entre pensar no passado e fazer planos para o futuro, o agora não se manifesta. Permanece desperdiçado, ignorado, mantendo distantes as verdadeiras possibilidades de realização. Esse deslocamento descontrolado no tempo coloca a mente fora de ação e distancia o homem do sentimento de felicidade. Para ser conscientemente ativo e desfrutar da vida com qualidade, só mesmo estando integralmente atento e presente no agora.

Eckart Tolle fala muito bem disso. Quando decidiu escrever O Poder Do Agora, ele já se encontrava num estágio bem avançado de presença. Já havia passado por muitas experiências e vivências que o levaram a conhecer mais da essência de toda manifestação. Estava inteirado do universo de conceitos que fundamenta caminhos como o cristão, o budista, o hinduísta, o taoísta e outros da senda espiritual.

Depois de se dedicar unicamente ao seu desenvolvimento interior, através do entendimento, integração e aprofundamento da transformação, Eckart aprendeu que certos pensamentos e emoções impedem de vivenciar com plenitude a paz e a alegria que estão dentro de nós mesmos. Sua vida tem sido desde então uma colaboração no grande esforço de ensinar a humanidade a tomar consciência disso tudo.

“A mente, para garantir que permanece no poder, procura constantemente encobrir o momento presente com o passado e o futuro e, assim, ao mesmo tempo que a vitalidade e o infinito potencial criativo do Ser, que é inseparável do Agora, começam a ficar encobertos pelo tempo, também a sua verdadeira natureza começa a ficar encoberta pela mente.”

O Poder do Agora lança uma luz sobre os processos mentais automáticos, informando detalhadamente ao leitor como reverter esse quadro, bastando observar com dedicação o comportamento indisciplinado e inquieto da mente. E alerta como a resistência gerada por ela, apegada a seus padrões, bloqueia a ação da cura e prejudica a saúde do homem.

“O que poderia ser mais insensato do que criar uma resistência interior a alguma coisa que já é? O que poderia ser mais insensato do que se opor à própria vida, que é agora e sempre agora? Renda-se ao que é. Diga “sim” para a vida e veja como, de repente, a vida começa a trabalhar mais a seu favor em vez de contra você.”

Em o Poder Do Agora, Eckhart Tolle aborda com clareza a questão do presente.
A estreita ligação entre o eu sou e o eu estou, entre o agora e o aqui. O presente enquanto única realidade, em movimento de constante impermanência. Para isso, o autor se aprofunda na verdadeira identidade do “quem sou” e esclarece que o ego não é o verdadeiro você.

“O ego precisa de alimento e proteção o tempo todo. Tem necessidade de se identificar com coisas externas, como propriedades, status social, trabalho, educação, aparência física, habilidades especiais, relacionamentos, história pessoal e familiar, ideais políticos e crenças religiosas. Só que nada disso é você. Levou um susto? Ou sentiu um enorme alívio?”

E complementa. “Mais cedo ou mais tarde, você vai ter que abrir mão de todas essas coisas. Pode ser difícil de acreditar, e eu não estou aqui pedindo a você que acredite que a sua identidade não está em nenhuma dessas coisas. Você vai conhecer por si mesmo a verdade, lá no fim, quando sentir a morte de aproximar. Morte significa despojar-se de tudo que não é você. O segredo da vida é “morrer antes que você morra” – e descobrir que não existe morte.”

Falar do agora não é tão simples como parece. Por isso, Eckhart precisa passar por uma imensidade de temas, e mostrar a unidade que está interligando todos eles. O futuro e o passado para falar do presente, o observador e o pensador para falar da consciência, a vida e a morte para falar da realidade.

“A liberdade começa quando percebemos que não somos a entidade dominadora, o pensador. Saber disso nos permite observar a entidade. No momento em que começamos a observar o pensador, ativamos um nível mais alto de consciência. Começamos a perceber, então, que existe uma vasta área de inteligência além do pensamento, e que este é apenas um aspecto diminuto da inteligência.”

O Poder do Agora nos ensina que as coisas realmente importantes, como o amor, a paz, a beleza, a alegria, a criatividade, surgem de um ponto além da mente. E que tomar consciência disso é o princípio do despertar. O livro é um guia honesto e competente para a descoberta do nosso potencial interior.

Para quem quer mudar de vida, deixar velhos hábitos pra trás, ele afirma: qualquer decisão de mudança deve começar neste exato momento. Um ensinamento que ressalta e enfatiza a importância do aqui e agora como única realidade onde e quando tudo acontece. O Poder do Agora é leitura transformadora. Um título valioso, com méritos para ganhar destaque na estante de grandes livrarias.

Nossa ansiedade não esvazia o sofrimento do amanhã, apenas esvazia a força do hoje.

...

E você, consegue viver no AGORA?


30.7.11

111: Montando o quebra-cabeça da nossa vida



"Nenhum pessimista jamais descobriu os segredos das estrelas, nem velejou a uma terra inexplorada, nem abriu um novo céu para o espírito humano."
(Helen Keller)

Olá!
Hoje li esta frase e amei: 

"Deus ama você devido ao que Ele é, não devido a algo que você fez ou deixou de fazer; acertou ou pecou. Ele simplesmente ama você incondicionalmente e infinitamente e pronto!"
Regina Brett

Concordo plenamente!
Que bom se conseguíssemos incorporar  esta verdade no mais profundo do nosso subconsciente e transmíti-la a todos, pois isso alteraria o inconsciente coletivo, consequentemente a vida de todos passaria a ser ainda melhor. Mas não precisamos desanimar, estamos numa época em que muitas filosofias e religiões estão começando a compreender isso. Sei que para diversas pessoas, abandonar a ideia do Deus vingativo e punitivo do velho testamento, não deve ser nada fácil, mas vale a pena. 


É um imenso alívio poder viver sem o peso do julgamento final que poderia nos levar ao inferno, você não concorda? Quem já se abriu para este Deus bondoso e amigo começa a montar um quebra-cabeças muito mais feliz da sua vida, as coisas começam a fazer mais sentido e a vida ganha um colorido especial, mas isto pode levar tempo, é preciso desaprender e reaprender tudo o que já ouvimos sobre Deus; para isso é preciso coragem e paciência.


Não passam as dores, também não passam as alegrias. Tudo o que nos fez feliz ou infeliz serve pra montar o quebra-cabeça da nossa vida, um quebra-cabeça de cem mil peças. Aquela noite que você não conseguiu parar de chorar, aquele dia que você ficou caminhando sem saber para onde ir, aquele beijo cinematográfico que você recebeu, aquela visita surpresa que ela lhe fez, o parto do seu filho, a bronca do seu pai, a demissão injusta, o acidente que lhe deixou cicatrizes, tudo isso vai, aos pouquinhos, formando quem você é. Não há nenhuma peça que não se encaixe. Todas são aproveitáveis. Como são muitas, você pode esquecer de algumas, e a isso chamamos de "passou". Não passou. Está lá dentro, meio perdida, mas quando você menos esperar, ela será necessária para você completar o jogo e se enxergar por inteiro.
Martha Medeiros


Inúmeras vezes cremos que quebra-cabeça da nossa vida parece muito confuso, desafiador demais, temos a impressão de que peças importantes estão faltando e não são raras as vezes em que pensamos em parar de "brincar", não é mesmo?! Queremos eliminar umas peças, substituir por outras, criar novas, enfim... Avançar.









Mas para ilustrar o quanto somos capazes de transformar qualquer realidade e vencer, vou comentar um pouco mais sobre mais uma pessoa que tanto admiro: Helen Keller. Eu já conhecia a sua história, mas esses dias assisti a um filme sobre ela e chorei muito. Coloquei a foto dela no início desta publicação com uma de suas citações, mas se você não está familiarizado com a sua biografia, prepare-se para uma grande surpresa e uma das maiores lições de superação já vividas. Se tiver tempo, leia até o final, vale a pena!

Helen Keller e a professora Anne Sullivan (1887)

O dia mais importante de toda minha vida foi o da chegada de minha professora Sullivan. Fico profundamente emocionada, quando penso no contraste imensurável das duas vidas que se juntaram. Ela chegou no dia 3 de março do 1887, três meses antes de eu completar 7 anos.”

“Belos dias como estes, fazem o coração bater ao compasso de uma música que nenhum silêncio poderá destruir. É maravilhoso ter ouvidos e olhos na alma. Isto completa a glória de viver”.

HELEN KELLER

A vida de Helen Adams Keller é a história de uma criança que aos dezoito meses de idade ficou completamente cega e surda e de sua luta árdua e vitoriosa para se integrar na sociedade, tornando-se além de célebre escritora, (tendo seus livros publicados em mais de 50 idiomas) filósofa e conferencista internacional incrivelmente respeitada e admirada pelos maiores cérebros da época, uma personagem famosa pelo trabalho incessante que desenvolveu para o bem estar das pessoas portadoras de deficiências. Conheceu os principais presidentes mundiais, além dos mais famosos cientistas da época e ganhou inúmeros prêmios ao redor do mundo. Aprendeu inglês, francês, latim e alemão.

Graduação de Hellen Keller

No seu último adeus, o Senador Lister Hill, do Alabama, expressou seus sentimentos de todo o mundo quando disse a respeito de Helen Keller:

-- “Ela viverá; ela foi um dos poucos nomes, imortais, que não nasceu para morrer. Seu espírito perdurará enquanto o homem puder ler e histórias puderem ser contadas sobre a mulher que mostrou ao mundo que não existem limitações para a coragem e a fé”.

Hellen Keller nasceu em 27 de junho de 1880 em Tuscumbia, Alabama, descendendo de família tradicional do Sul dos Estados Unidos. Seu pai, Capitão Arthur Keller, era homem de influência em sua comunidade, editor do Jornal “The Tuscumbia Alabamian” e foi nomeado Prefeito do Alabama do Norte em 1865.

Helen Keller perdeu subitamente a visão e a audição devido a uma doença que foi diagnosticada naquela época, como febre cerebral, sondo provável que tenha sido escarlatina.

Passou os primeiros anos de sua infância sem orientação adequada que lhe permitisse desenvolver-se aprendendo sobre o mundo ao seu redor, ela não conseguia fazer quase nada, chorava, gritava e se batia, não tinha nenhum entendimento sobre o mundo ao redor, o significado das coisas, nada fazia sentido para ela, não sabia falar e não conseguia se comunicar com ninguém, vivia em um mundo estranho, isolado, sombrio.

Alguns meses antes de Helen completar 7 anos, Anne Sullivan, uma professora de vinte e um anos, foi morar em sua casa para ensiná-la. A chegada de Anne na casa de Helen deu-se no dia 3 do março de 1687.

A professora Anne Sullivan havia estudado na Escola Perkins para Cegos (Perkins School for the Blind) pois, quando criança tinha sido cega, mas recuperou a visão através de nove operações. Sua indicação para ensinar Helen foi feita por Alexander Graham Bell, que havia sido procurado pelos pais de Helen. Desde essa época, professora e aluna, tornaram-se inseparáveis até a morte de Anne Sullivan em 1935.

Até a chegada da professora, Helen Keller ainda não falava nada, nunca haviam ensinado algo a ela, seus pais não conseguiam encontrar uma maneira de ensiná-la, então ela era uma criança revoltada, perdida e infeliz.

Anne Sullivan assumiu a tarefa de ensinar Helen e para isso necessitou de muita coragem a persistência. As alunas cegas da Escola Perkins fizeram-lhe uma boneca pare levar A Helen. O vestido dessa boneca to feito por Laura Bridgman, primeira cega-surda educada na Perkins.

Anne Sullivan iniciou seu trabalho com Helen utilizando a boneca e tentando relacionar o objeto à palavra através da soletração da palavra “BONECA” pelo alfabeto manual. Helen logo aprendeu a repetir as letras corretamente, mas não sabia que as palavras significavam coisas. Aprendeu através desse método, um tanto incompreensível para ela, a soletrar, com o uso das mãos, várias palavras.

No dia 5 do abril de 1887 Helen e sua professora estavam no quintal da casa perto de um poço, bombeando água. A professora Sullivan colocou a mão de Helen na água fria o sobre a outra mão soletrou a palavra “água” primeiro vagarosamente, depois rapidamente.

De repente, os sinais atingiram a consciência de Helen agora com um significado. Ela aprendeu que “água” significava algo frio e fresco que escorria entre suas mãos. A seguir, tocou a terra e pediu o nome daquilo e, a anoitecer já havia relacionado trinta palavras a seus significados.

Este foi o começo da educação de Helen Keller. Numa sucessão rápida ela aprendeu os alfabetos braille e manual, facilitando assim, sua aprendizagem da escrita e leitura. Em 1890 ela surpreendeu a “Professora” (como chamava à Anne Sullivan) pedindo para aprender a falar. Mesmo sem poder ouvir, Helen Keller aprendeu a falar aos dez anos: “Eu tinha dez anos quando Annie *Annie é o tratamento familiar de Anne* me levou a primeira lição de linguagem falada na casa da Miss Sarah Fuller (Diretoria da Escola de Surdos Horace Mann).

Os poucos sons que ela então produzia, eram ruídos inexpressivos, quase sempre roucos, pelo esforço que empregava para obtê-los. Pondo a mão dela em seu rosto, para que sentisse a vibração de sua voz, Miss Fuller ia repetindo vagarosamente e muito claro, o som *ahm*, enquanto Miss Sullivan soletrava a palavra *ahm* na mão dela. Hellen ia imitando como podia, conseguindo ao fim de algum tempo, articular o som a contento da mestra. Ao final da décima primeira lição, houve uma surpresa para Annie, Hellen puxou-a pelo braço, colocou a posição da língua e disse claramente: “EU NÃO SOU MAIS MUDA”.

Sob a orientação de Anne Sullivan, matriculou-se no Instituto Horace Mann para Surdos de Boston e depois na Escola Wright-Humason Oral de Nova Yorque onde, durante dois anos, recebeu lições de linguagem falada e de leitura pelos lábios através das mãos, pois continuava sem enxergar.

Helen Keller além de aprender a ler, escrever e falar demonstrou, também, excepcional eficiência no estudo das disciplinas do currículo regular.

Quando pequena, Helen costumava dizer: “Algum dia cursarei uma faculdade” e de fato cursou. E 1898 entrou na Escola Cambridge para Mocas; em 1900, para a Universidade Radcliffe onde, em 1904, recebeu seu diploma de bacharel em filosofia.

Durante seu período de estudante a professora Anne Sullivan foi sua orientadora constante transmitindo todas as aulas para Helen, através do alfabeto manual, encorajando-a e estimulando-a. Todos os livros de consulta que não existiam em braille eram laboriosamente soletrados nas mãos de Helen. Além das aulas da Universidade, Anne soletrava aulas de francês, latim e alemão para Hellen.

Com a obtenção de seu grau de bacharel, acabaram-se os dias de educação formal de Helen. Todavia, através de toda sua vida, continuou a estudar e manter-se informada sobre todos os assuntos de importância para o mundo moderno. Em reconhecimento de sua capacidade e realizações acadêmicas, Helen Keller recebeu títulos e diplomas honorários das Universidades Temple e de Harward e das Universidades da Escócia (Glasgow), Alemanha (Berlim), índia (Nova Delhi) e de Witwaterstrand (Johannesburg, África do Sul).

Em 1905 a professora Anne Sullivan casou-se com John Macy, eminente crítico literário. O casamento não interrompeu o relacionamento de aluna e professora. Helen Keller foi morar com o casal que continuou auxiliando-a em seus estudos e outras atividades. Antes de se formar Helen Keller fez sua estréia na literatura escrevendo sua autobiografia “A História de Minha Vida”, publicada em 1902, e em seguida no Jornalismo com uma série de artigos no “Ladies Home Journal”.

A partir dessa data não parou mais de escrever. Em seus trabalhos literários Helen usava a máquina de datilografia braille preparando os manuscritos e depois copiava-os numa máquina de datilografia comum.

Escreveu inúmeros artigos para revistas e além da “História de Minha Vida”, escreveu vários livros, entre os quais:







“Otimismo - um ensaio”

“A Canção do Muro de Pedra”

“O Mundo em que Vivo”

“Lutando Contra as Trevas”

(Minha professora Anne Sullivan Macy).

“Minha Religião”

“Minha Vida de Mulher”

“Paz no Crepúsculo”

“Helen Keller na Escócia”

“O Diário de Helen Keller”

“Vamos ter Fé”

“Dedicação de Uma Vida”

“A Porta Aberta”

Seus livros foram transcritos em várias línguas. Em 1954, “A História de Minha Vida”, após cinquenta anos de sua primeira publicação como livro, foi traduzido em cinquenta idiomas.

Poucos anos antes de sua morte, Mark Twain disse: “As duas personalidades mais interessantes do Século XIX são Napoleão e Helen Keller”.

William James escreveu sobre Helen Keller: “Mas o que quer que você tenha sido ou é, você é uma benção. Sou capaz de matar a quem disser que não”.

Esses sentimentos expressos por dois amigos de sua juventude foram partilhados durante anos por homens e mulheres famosos e proeminentes de todo o mundo, cuja amizade Helen Keller manteve.

Helen Keller recebeu numerosos prêmios de grande distinção. Em junho de 1952 foi feita Cavaleiro da Legião de Honra da França.

Em reconhecimento ao estímulo que seu exemplo e presença deram aos trabalhos para cegos nos países que visitou, os governos do Brasil, Japão, Filipinas e Líbano conferiram-lhe, respectivamente, as seguintes condecorações: Ordem do Cruzeiro do Sul, do Tesouro Sagrado, do Coração de Ouro e Medalha de Ouro de Mérito.

Helen Keller recebeu também, o Prêmio Américas para a União Interamericana, o prêmio Medalha de Ouro do Instituto Nacional de Ciências Sociais e outros.

Tornou-se membro honorário de sociedades científicas e organizações filantrópicas dos cinco continentes.

No quinquagésimo aniversário de sua graduação, a Universidade Radcliffe outorgou-lhe o “Prêmio Destaque a Aluno”.

Uma grande honraria foi também concedida a Helen Keller, em 1954, quando seu local de nascimento, Ivy Green, em Tuscumbia, foi transformado em museu permanente. A cerimônia realizou-se em 7 de maio de 1954, com a presença de diretores da American Foundation for the Blind e de outras autoridades. Juntamente com esse acontecimento, realizou-se, também, a premier do filme biográfico de Helen Keller, “Os Inconquistados” o filme posteriormente recebeu novo título “Helen Keller e sua História”. Em 1955 esse filme ganhou o prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, como o melhor documentário de longa metragem do ano.







Helen Keller e Polly Thomson (1937)

Mais compensadoras do que as inúmeras honrarias que recebeu foram as relações de amizades que Helen Keller fez com a maioria das personalidades proeminentes de seu tempo. Eram algumas figuras famosas, de Grover Cleveland a Charlie Chaplin, de Nerhu a John F. Kennedy e outros como Katherine Corvell, Van Wyck Brooks, Alexander Graham Bell e Jo Davidson, aos quais ela considerava amigos.

Por mais diversos que fossem seus interesses, Helen Keller nunca esqueceu as necessidades das pessoas cegas e surdo-cegas. Desde sua juventude, sempre esteve disposta a trabalhar pelo seu bem estar comparecendo perante governos, dando conferências, escrevendo artigos e sobre tudo, pelo exemplo pessoal do que uma pessoa pode alcançar.

Quando a American Foundation for the Blind, a instituição nacional para informação sobre cegueira, foi fundada em 1921, ela finalmente teve um efetivo instrumento nacional para dar vazão aos seus esforços. De 1924 até sua morte ela foi membro do “staff” da Foundation, servindo como conselheira em relações internacionais e nacionais. Foi também em 1924 que Helen Keller começou sua campanha para levantar o “Fundo Helen Keller” para a Foundation. Até a sua aposentadoria da vida pública, ela foi incansável em seus esforços para que esse fundo tivesse os recursos necessários para garantir programas de educação e reabilitação de cegos e surdo-cegos.

Helen Keller, porém, estava tão interessada no bem estar das pessoas cegas de outros países quanto aquelas do seu próprio país; as condições nas nações subdesenvolvidas e em guerra eram particularmente preocupantes. Sua participação ativa nessa área de trabalho para os cegos começou em 1915, quando o Fundo Permanente de Ajuda aos Cegos de Guerra, posteriormente chamado - Imprensa Braille Americana - foi fundado.

Quando a Imprensa Braille Americana transformou-se na American Foundation for Overseas Blind (hoje Helen Keller International Incorporated) em 1946, Helen Keller foi eleita conselheira em relações internacionais. Foi então que ela começou suas viagens pelo mundo, em benefício dos cegos, fato esse que a tornou bem conhecida em seus últimos anos de vida.

Durante sete viagens entre 1946 e 1957, em visitou 35 países em cinco continentes. Em 1953 Helen Keller esteve no Brasil a convite oficial do governo brasileiro e da Fundação para o Livro do Cego no Brasil. Realizou visitas e palestras no Rio de Janeiro e em São Paulo e seu exemplo estimulou e deu grande impulso à educação e a reabilitação de cegos no Brasil.

De 3 a 10 de maio, Helen Keller realizou um programa vasto de palestras, visitas e entrevistas ra cidade do Rio de Janeiro. Visitou o Colégio Bennett para alunas brasileiras e americanas onde realizou palestras e visitou também o Instituto Benjamin Constant para Cegos onde recebeu carinhosas homenagens dos alunos e funcionários daquele Instituto. Esteve também em visita ao Palácio do Itamarati e ao Instituto Brasil Estados Unidos.

Helen Keller realizou inúmeras palestras no Instituto Nacional de Educação de Surdos, no Instituto de Educação do Rio de Janeiro, na Escola de Filosofia da Universidade Nacional do Brasil e no Instituto da Universidade Nacional.

Foi homenageada pele Embaixador dos Estados Unidos no Brasil e recepcionada no Legião Brasileira de Assistência, onde recebeu o título de Membro Honorário dessa organização.

Helen Keller recebeu ainda homenagem de pessoas cegas do interior do Brasil que viajaram 400 milhas para vê-la e deu entrevistas a todos os órgãos da Imprensa.

Uma mesa redonda realizada com sua presença na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo deu erigem à criação, no SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), de um Serviço de Orientação e Colocação Profissional de Cegos que hoje já colocou nas indústrias de São Paulo grande número de deficientes da visão.

Realizou uma palestra no Hospital dos Clínicas, para doutores e estudantes dos Departamentos de Oftalmologia e Otorrinolaringologia. Nesta palestra onde estiveram presentes cerca de 550 pessoas, alguém perguntou a Helen Keller:

-- “O que você gostaria mais de ver, se Deus lhe desse visão por cinco minutos?” Helen Keller respondeu:

-- “As flores, o pôr do sol e o rosto de uma criança”.



Helen Keller foi recepcionada pelo então Governador de São Paulo, pela União Cultural Brasil-Estados Unidos e pela Fundação para o Livro do Cego no Brasil.



Helen Keller e Winifred Corbally visitando John Kennedy em 1961

Em 1955, quando tinha 75 anos, Helen Keller realizou mais uma de suas longas e árduas viagens, percorrendo 40.000 milhas (64 mil KM), durante cinco meses, através da Ásia. Por onde viajou, sempre levou uma nova coragem para milhares de pessoas cegas. Muitos dos esforços para melhorar as condições entre os cegos no mundo podem ser atribuídos diretamente as suas visitas.

Durante sua vida, Helen Keller viveu em vários lugares diferentes: Tuscumbia, Alabama; Cambridge e Wrentham, Massachusetts; Forest Hills, Nova Yorque, mas talvez sua residência favorita tenha sido a última, a casa em Westport, Connecticut, chamada “Arcan Ridge”, de estrutura branca, para onde se mudou, após a morte de Anne Sullivan.

E foi “Arcan Ridge”, que ela chamou do lar pelo resto de sua vida. Após a morte da “Professora Annie”, Polly Thomson, uma senhora escocesa que já vivia em casa de Helen Keller desde 1914 assumiu a tarefa de auxiliá-la em seu trabalho. Após a morte de Polly Thomson, em 1960, uma companheira e enfermeira, a Sra Winifred Corbally, assistiu-a até seu último dia.

Helen Keller fez sua última aparição em público num encontro do Lions Club de Washington, D.C. Nesse encontro ela recebeu o “Prêmio Humanitário Lions” por sua vida dedicada a servir a humanidade e por inspirar a adoção de programas de ajuda aos cegos e conservação da visão do Lions International.

Durante sua viagem a Washington, foi recebida pelo Presidente Kennedy. Na ocasião, um repórter perguntou quantos presidentes havia conhecido e Helen Keller respondeu que não sabia quantos, mas que conheceu a todos desde Grover Cleveland.

Após 1961, Helen Keller viveu tranquilamente em “Arcan Ridge”, onde recebia a família, amigos íntimos e membros da American Foundation for the Blind e da American Foundation for Overseas Blind (hoje Helen Keller International Incorporated). Passava a maior parte do seu tempo lendo. Seus livros favoritos foram a Bíblia e volumes de poesia e filosofia.

Apesar de seu afastamento da vida pública, Helen Keller não foi esquecida. Em 1964 recebeu a “Medalha Presidencial da Liberdade”, a maior honra de seu país.

Em 1965, foi uma das vinte eleitas para o Hall da Fama Feminina, na Feira Mundial de Nova Yorque. Helen Keller e Eleanor Roosevelt receberam a maioria dos votos entre as cem mulheres indicadas.

Helen Keller faleceu em 19 de junho de 1968, em “Arcan Ridge”, algumas semanas antes de completar 88 anos. Suas cinzas foram depositadas no lado das suas ex professoras Anne Sullivan Macy e Polly Thomson na Capela de São José, na Catedral de Washington. A cerimônia compareceram sua família e amigos, autoridades do governo, pessoas proeminentes de todos os setores e delegações da maioria das organizações para cegos e surdos.

Helen Keller foi por si mesma uma grande obra de educação, pois dedicou sua vida ao trabalho para o bem estar das pessoas cegas e surdo-cegas, influenciando na criação de legislação e serviços especializados.

E por tudo isso ela foi chamada por seus amigos americanos A primeira mulher de coragem do mundo”.

Os escritos e pensamentos de Helen Keller traduzem espírito de coragem e força de vontade.



FONTES DE CONSULTA

AMERICAN FOUNDATION FOR THE BLIND, INC. - Helen Keller ENCICLOPÉDIA BARSA - RJ/SP. Encyclopedia Britannica Editores Ltda, 1967

FUNDAÇÃO PARA O LIVRO DO CEGO NO BRASIL - Arquivos ENCICLOPÉDIA GLOBO - R.S., Globo, 1969 ENCICLOPCDIA OBJETIVA UNIVERSAL. SP/RJIPR, Expel Distribuição exclusiva, s/d

KELLER, Helen - Lutando contra as trevas. RJ, Fundo de Cultura, C. 1957.


Estas são algumas freses extraídas de suas obras:







"As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas nem tocadas, mas o coração as sente."

"Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto se expor ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou então, não é nada."

“Não há melhor maneira de agradecer a Deus pela visão, do que dar ajude a alguém que não a possui."

“Se metade do dinheiro hoje gasto em curar cegueira, fosse utilizado em preveni-la, a sociedade ganharia em termos de economia sem mencionar considerações de felicidade para a humanidade."

“Que toda criança cega tenha oportunidade de receber educação e todo adulto cego, uma oportunidade para treinamento e trabalho útil."

“Quando uma porta de felicidade fecha-se, uma outra se abre; mas muitas vezes, nós olhamos tão demoradamente para a porta fechada que não podemos ver aquela que se abriu diante de nós”.

"É maravilhoso ter ouvidos e olhos na alma. Isto completa a alegria de viver”.

“Não há barreiras que o ser humano não possa transpor”.

“Por muitos anos, não dispusemos de criada alguma, por falta de recursos. Aprendi a fazer tudo o que podia, para ajudar minha professora. Todas as manhãs, ela levava o marido de carro à estação, onde ele tomava o trem pata Boston, para depois se ocupar das compras. Eu tirava a mesa, lavava a louça e arrumava os quartos. Podiam estar clamando por mim montanhas de cartas, livros e artigos para escrever, mas, a casa era a casa, alguém tinha de fazer as camas, colher flores, catar lenha, por o moinho de vento a andar e pará-lo quando a caixa estivesse cheia, enfim, ter em mente essas coisas imperceptíveis que fazem a felicidade da família. Quem gosta de trabalhar sabe como é agradável a gente estar ajudando as pessoas a quem estimamos nas tarefas diárias de casa”.

"Nunca se deve rastejar quando o impulso é voar". 
Hellen Keller

...

29.7.11

110: Meus "devaneios"...


Olá!
22:22h: Olhei no relógio e fiquei na dúvida se assistia a um filme que havia gravado ou se escrevia no meu blog. Pensei, pensei e sabe o que fiz? Comecei a trabalhar! Haviam algumas "coisinhas" pendentes e fui adiantá-las. Senti que se não estava conseguindo descobrir qual das duas era a melhor opção para esta noite, era porque nenhuma era a mais adequada naquele momento, segui minha intuição e minha dúvida desapareceu.



Fiquei feliz, pois desapeguei e além de me sentir orgulhosa por trabalhar numa sexta à noite, rapidamente terminei o que precisava e me veio uma inspiração para o blog: escrever algumas coisas que creio ter aprendido até hoje. Se você não gostar dos meus "devaneios", pelo menos poderá apreciar algumas belas imagens. 




"Meus devaneios..."


 
"Certos dias sinto uma conexão com Deus tão forte, tão real que tenho a impressão de estar no paraíso; tudo parece tão perfeito. Sinto uma alegria, uma paz indescritível, um encantamento pela vida que parece vir do mais profundo da minha alma."



"Às vezes penso que estava completamente enganada, não consigo nem lembrar como era; nada mais faz sentido, tudo parece tão triste, imperfeito e confuso. E... em outros momentos estou ocupada demais e não penso nisso."




"Em qualquer um destes instantes, minhas interpretações dos fatos ao meu redor alteram a minha frequência vibratória. 
E é justamente ela que permite ou rejeita a minha conexão com Deus; podendo dar a impressão de que "Deus simplesmente desapareceu", está presente mas um pouco "afastado" ou está mais "presente do que nunca".




"Mas Ele jamais "se afastou", esteve sempre comigo, eu é que em determinados momentos, não consegui  senti-Lo! Que bom se eu conseguisse lembrar disso sempre. Mas será que não é justamente este o "tempero" da vida? Dias bons, médios e ruins?"




"Deus está em mim e eu estou em Deus. 
Eu e Ele somos um, assim como eu e todas as pessoas somos um. Estamos todos conectados, ligados, eternamente... E a própria ciência (física quântica) corrobora esta teoria. Não é maravilhoso viver numa época em que a ciência começa a desvendar "Deus" e a nossa essência?"




"Não há nada mais maravilhoso do que segurar no colo um bebê que signifique muito para nós; nestes momentos se manifesta a forma mais pura de amor incondicional."




"Água é essencial para a Vida de praticamente todos os seres do planeta, por esta razão é um grande presente de Deus, mas quantas vezes lembramos disso quando tomamos chuva?
Reclamamos ou agradecemos?
Nossa reação pode desencadear fatos que culminem num dia maravilhoso (em que nos permitimos voltar a ser criança e brincamos na chuva) ou... naqueles dias em que parece que nada dá certo, pois a água estragou nosso cabelo. Uma pequena reação pode fazer uma enorme diferença..." 




"Ah... o AMOR!!! Pode ser maravilhoso, assustador, necessário, mal compreendido, divino, injustiçado, infinito, "condicional", miraculoso, vulnerável, belo, apaixonante e incerto. Ainda assim creio que não deva existir uma pessoa neste planeta que não o deseje, mesmo que não admita."




"Não compreendo como algumas pessoas podem observar a natureza e acreditar que tudo foi obra do acaso e concluir que não existe uma Fonte de Amor e Sabedoria por trás de tudo isso. 
Como algo que me parece tão óbvio pode ser tão improvável para outros?
Talvez a reposta resida no fato de que os céticos precisam compreender que seus olhos "físicos" jamais poderão ver Deus. Para "vê-Lo" é preciso olhar com a alma, abrir o coração, enxergar além, transcender esta realidade física. Creio que este "exercício" assusta até mesmo os maiores cérebros intelectuais/racionais. É uma pena... Eles não sabem o que estão perdendo."




"Diversos estudiosos comentam sobre a mente subconsciente, dizem que ela comanda de 90 à 95% da nossa vida, contra apenas 5 a 10% da mente consciente. Na minha opinião, isso faz sentido, pois conscientemente quem escolheria  passar por tantos desafios? Nosso lado consciente só faria escolhas "positivas". É por esta razão que precisamos estar atentos com tudo o que pensamos, vemos, falamos, sentimos, acreditamos, pois tudo isso fica gravado em nossa mente subconsciente como uma semente que um dia poderá brotar.
Você cresceu ouvindo que a vida é dura? Que amar é sofrer? Que não se deve confiar nas pessoas? Que dinheiro não dá em árvore? Que todo político é corrupto? etc... Se sim, cuidado! Pois a menos que reprograme seu subconsciente, é assim que sua vida será. E isso vale para tudo, amor, dinheiro, trabalho, Deus, saúde, política..."




 "Existem muitas coisas belas na minha vida. Na maioria das vezes me sinto uma pessoa abençoada e feliz. E creio que as maiores verdades são simples, óbvias, "clichês". Como por exemplo: "A felicidade está nas pequenas coisas..."




"Confesso que uma coisa aparentemente "pequena" me traz muita felicidade, adivinhe o que é?!
Fico MUITO feliz quando vejo um novo seguidor neste blog, quando alguém deixa um comentário e quando vejo as visualizações aumentando.
Meu coração acelera e fico imaginando quem é esta pessoa, como chegou até aqui, onde está, como está a sua vida, o que veio buscar, o que está sentindo... Sempre desejo que haja algum tipo de troca de energia interessante e que a pessoa receba meu amor, meu carinho e minha eterna consideração.
Então se você chegou até aqui, muito obrigada por existir, pois você completa o meu dia..."


Até amanhã!


:)






...