25.1.12

258: O farol




Olá!
Ando meio "sumida" daqui, mas sempre que isto ocorre, é por um bom motivo.
Esta minha renovação me causou altos e baixos ultimamente.
Precisamos ser fortes para estas mudanças radicais.
Acho que estou sendo... Aliás, preciso ser!
Mas Deus está comigo, recebi os "sinais" que tanto esperava e comento sobre isso mais tarde, ok?
Estou definitivamente saindo do trabalho, mexendo os "pauzinhos" para vender o apartamento e ao que tudo indica um novo amor maravilhoso (que não é de Curitiba) está se aproximando. 
Quantas bênçãos estão vindo! 
Aceito todas!


Tudo isso aconteceu nos últimos dias e por esta razão, às vezes preciso de um tempo para organizar as ideias.
Quando sinto que ainda não sei o que dizer, deixo as coisas ocorrerem naturalmente, sem resistência ou obrigação.
Fora a saúde o que temos de mais sagrado é a liberdade, não? Mas precisamos saber usá-la e isso não tem sido tão simples para mim.
Às vezes meu lado racional me diz que isso é uma loucura, mas como minha vida seria chata se eu passasse a agir como o "senso comum" espera. Simplesmente não consigo, quero sonhar, voar, atingir alturas inimagináveis pela maioria. Sou assim!


Sou emoção, coração, sensibilidade, sonho, paixão, energia, luz, espírito, amor...
Não é que eu não queira ser racional, eu nunca consegui ser e ultimamente decidi que não quero ser, preciso me aceitar como sou e deixar fluir minha natureza, pois fui "criada" por Deus para manifestar estas características, não a racionalidade.
Minha sensibilidade é mais forte, minha intuição, minha conexão com o que transcende o mundo da razão é o que me move e me faz sentir vontade de continuar.
Preciso ouvir esta voz interior ou sofro.
E... Como esta renovação não deveria ficar só na conversa, aceitei de corpo e alma o desafio de receber o novo e deixar o universo me guiar. 



Estou tentando praticar o que prometi antes de mais nada para mim mesma! 
Ainda não sei como estarei daqui umas semanas, meses ou anos, mas farei o melhor para estar feliz e orgulhosa por ter tomado a decisão de abandonar uma vida boa e sair em busca de uma vida extraordinária. 
Aceito ir alegremente ao encontro das infinitas possibilidades (física quântica) que estão prontas para serem saboreadas por mim e por quem estiver comigo.



Mudando de assunto, gostei da mensagem abaixo, então vou parar com as minhas "divagações" por aqui e compartilhar algo que achei muito belo:


"O farol"




Em meio ao mar, surge a construção de pedras, solene. É um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.

Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio à escuridão, vê surgir o farol.

Ele está lá para servir, para advertir, para salvar.

A sua luz se projeta a distâncias enormes e, espancando a escuridão, permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.

O mar investe contra ele, noite e dia. Lança sobre ele as suas ondas, com furor. Vagas enormes lambem as pedras que se erguem, majestosas.

No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturbável.

Seu objetivo é servir. Noite após noite, ele estende a sua luz. Não se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.

Se, em algumas noites, ninguém se aproxima, desejando a sua orientação, também não se perturba.

Solitário, ele lança sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.

Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando alguém precise dele.

* * *

No mar das experiências em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem desânimo.

Permaneçamos sempre a postos, prontos a estender as mãos a quem necessite. Poderá ser um amigo, um irmão ou simplesmente alguém a quem nunca vimos.

Com certeza não solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconteça.

Se não podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discussões perturbadoras que nos alcançam.

Se não conseguimos alimentar a multidão esfaimada, podemos oferecer o pão generoso para alguém.

Se não dispomos de saúde para doar aos enfermos, podemos socorrer alguém que sofre dores, oferecendo a medicação devida. Talvez possamos ser o intermediário entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.

Se não podemos resolver a questão do analfabetismo, podemos criar condições propícias para que alguém tenha acesso à escola.

Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se não lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos básicos.

Enfim, o importante é continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por mínima que seja. Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.

Redação do momento espírita:




Até amanhã!

...


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"Toda reforma foi em algum tempo uma simples opinião particular." (Ralph Waldo Emerson)