Tenho procurado seguir sempre que possível a minha intuição, principalmente após uma oração. Pois quando a mente está calma, é mais fácil que ela se permita ser "guiada" pela sabedoria divina. Não é a razão que comanda a minha vida e isso deixa algumas pessoas próximas impacientes comigo. Mas eu amo ser assim, finalmente me aceito. Sou sensível, emoção, coração, sentimento.
Já o meu amor é racional, lógico, exato, como muitos homens. Mas acho que é aí que combinamos tanto. Gostaria de ser mais original para descrever nosso relacionamento, mas a verdade é que talvez estejamos vivendo o clichê: nos "completamos". Apesar de nossas diferenças, acho que ele me entende e eu o compreendo, mais do que compreendo outras pessoas próximas. Não precisamos viver em Vênus ou Marte, como o autor John Gray propõe em seu livro. Eu e ele somos mais parecidos e temos muito mais afinidade do que eu e algumas mulheres que conheço.
Então é isso, eu e meu amor podemos nos encontrar no meio do caminho, numa estrela entre Marte e Vênus, quem sabe. Afinal, não gosto de rótulos, nem todos os homens e nem todas as mulheres são iguais. Comprei o livro acima, mas achei chato. Por 3 vezes comecei a ler e não passei da página 30. Então doei para a biblioteca. A verdade é que não importa o quanto os homens e mulheres tenham cérebros aparentemente diferentes, no fundo ambos procuram um companheiro para compartilhar a vida. Só sei que em relação à minha mãe e ao meu amor, a minha intuição, sincronicidade e atenção estão funcionando geralmente 100%. Veja o texto abaixo.
"Atenção, Intuição e Sincronicidade"
Porém, se refletirmos com mais profundidade, nos conscientizaremos que absolutamente tudo que aconteceu em nossa vida e todas as escolhas que fizemos no passado são responsáveis pela nossa atual situação.
Quando temos uma intenção com relação à determinado assunto, é natural que nós também aumentemos nossa atenção para tal. Por exemplo, quando você tem a intenção de comprar determinado carro, pode ser que você comece a perceber carros idênticos ou semelhantes ao que você quer comprar à sua volta. Na verdade, eles já estavam lá. Apenas a sua atenção foi influenciada pela sua intenção de comprar o carro. Já o estado interno determina a qualidade das sincronicidades.
Se você está desesperado ou agitado, sua atenção se volta para situações semelhantes e você tende a perceber sincronicidades com esta mesma qualidade.
Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer tudo o mais, lembre-se apenas disso.
2. Meu diálogo interno reflete meu poder interno.
O diálogo interno das pessoas auto-realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo.
Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.
O diálogo interno das pessoas auto-realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo.
Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.
3. Minhas intenções tem poder infinito de organização.
Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.
4. Relacionamentos são a coisa mais importante na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa.
As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.
5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais.
Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão.
Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa.
O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.
Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa.
O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.
6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim.
Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.
7. Estou alerta para as conspirações das improbabilidades.
Tudo o que me acontece de diferente na vida é cármico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.
Obs.: Eu Marcia, não acredito em carma da maneira como os budistas propõem, eu creio que é possível transcendê-lo, mas eu quis colocar o texto do autor Deepak Chopra em sua íntegra.
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