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13.6.11

64: Crises, problemas, desafios...









"Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento."


(Albert Einstein)



Olá!
Meu recado de hoje é "mega" rápido: 
"Não procure por grandes crises, problemas, desafios, para dar mais sentido a sua vida." 
A vida também pode ser interessante se for mais "light", com menos "drama". Por esta razão, discordo parcialmente do texto abaixo de Einstein. Acho que muitas vezes atraímos problemas demais, só para provar nosso valor e não precisamos disso. 





Mas se você está passando por um ou vários desafios, (alguns talvez bem grandes), apenas saiba que você é capaz de resolvê-los, ou não estaria nesta situação. Seu Eu verdadeiro, seu espírito sabe disso. 
Jamais pense que você vencerá uma crise qualquer sozinho(a), pois Você é Filho(a) de Deus e mesmo que queira, jamais está sozinho. Deus está com você em todos os momentos da sua vida. Sinta-o!






“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo."
A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.
Sem crise não há mérito.
É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”
Albert Einstein



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6.6.11

57: Obesidade mental



Olá!
Este texto abaixo não é meu, mas assino embaixo.  :)
Beijos e até amanhã!



Obesidade Mental - Andrew Oitke 

Por João César das Neves


O prof.  Andrew Oitke publicou o seu polêmico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna. 


«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.» 


Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono.  


As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas .  Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada profundamente.  


Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema.  Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»   O problema central está na família e na escola.   «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. 


Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. 


Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.» Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma: «O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas.   


A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.» 


O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico, chocante e sensacionalista. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.» Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura. 


«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. 


Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. 


Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve. 


Todos acham que Saddam é mau e Mandela é bom, mas nem desconfiam porquê. 


Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto». 


As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras. 


«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. 


A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia.  


Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, e com isso a falta de senso social,   o egoísmo e a agressividade.  


Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade.  O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.  O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. 


Precisa sobretudo de dieta mental.»  


Vamos fazer a nossa parte?

 “A inteligência especifica do crítico é a capacidade de compreender o que lhe é antipático”
(Otto Maria Carpeaux)
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